É interessante chegar de manhã e se deparar com um sistema operacional diferente, no caso, o Ubuntu Linux. Mais interessante ainda é configurar um jogo em rede em Linux e jogar com amigos e vencer todos eles ainda por cima. Mais, mais, mais, mais! Mais interessante ainda é um pequene vertebrado aquático esquelético marinho filosófico poeta sábio fisiocrata doutor feminino que fica a nadar no canto inferior direito da tela. Nem sapo, nem jacaré, nem capivara, nem serpente, nem tubarão, nem barracuda, nem texugo-marinho, nem tartaruga, nem tamanduá de água doce, nem peixe-boi, nem leviatan, nem tritão, nem sereia, nem, nem, neeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeemmmmmmmmmmm… NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA DISSO! Eu estou falando de…WANDA – O Peixe. Consumindo 1% da memória que seria usada para o Tetris ou Freecell, Wanda fica nadando na sua tela e enchendo o saco e recitando poemas. Equivalente ao Thux, mas inferior ao Clipezinho do Word, ela tem muito a nos dizer. Então, fale:
R: Um anel de drogas.
Q: Por que loiras colocar seu cabelo em rabos de cavalo?
R: Para encobrir a haste da válvula.
nada mais que um repolho com educação universitária.
- Mark Twain, “Calendário Pudd’nhead Wilson”
A: Confiável.
- William Shakespeare, “Romeu e Julieta”
Nunca seja desviado para o caminho da virtude.
Você vai ouvir uma boa notícia de que um pensamento hostil a você.
Seu sociedade será procurado por pessoas de bom gosto e requinte.
Eu não vou dormir aqui esta noite. Home também não posso ir.
Uma voz, adoçado e sustentado, chamou-o do mar.
Passando a curva, ele acenou com a mão. Uma cabeça lustroso marrom, um selo, longe
na água, redondo. Usurpador.
- James Joyce, “Ulisses”
Você tem uma reputação de ser completamente seguro e confiável.
Uma pena que não é totalmente imerecida.
R: Ele foi dando-lhe os últimos sacramentos.

Nunca revele o seu melhor argumento.
Amanhã, será parte do passado imutável, mas, felizmente, ele ainda pode ser alterado hoje.
Ecologia dos peixes
Classificação ecológica
Uma forma de classificar os peixes é segundo o seu comportamento relativamente à região das águas onde vivem; este comportamento determina o papel de cada grupo no ambiente aquático:
- pelágicos (do latim pelagos, que significa o "mar aberto") – os peixes que vivem geralmente em cardumes, nadando livremente na coluna de água; fazem parte deste grupo as sardinhas, as anchovas, os atuns e muitos tubarões.
- demersais – os que vivem a maior parte do tempo em associação com o substrato, quer em fundos arenosos como os linguados, ou em fundos rochosos, como as garoupas. Muitas espécies demersais têm hábitos territoriais e defendem o seu território activamente – um exemplo são as moreias, que se comportam como verdadeiras serpentes aquáticas, atacando qualquer animal que se aproxime do seu esconderijo.
- batipelágicos – os peixes que nadam livremente em águas de grandes profundidades.
- mesopelágicos – espécies que fazem grandes migrações verticais diárias, aproximando-se da superfície à noite e vivendo em águas profundas durante o dia. Exemplo deste grupo são os peixes-lanterna.
Hábitos alimentares
Os peixes pelágicos de pequenas dimensões como as sardinhas são geralmente planctonófagos, ou seja, alimentam-se quase passivamente do plâncton disperso na água, que filtram à medida que "respiram", com a ajuda de branquispinhas, que são excrescências ósseas dos arcos branquiais (a estrutura que segura as brânquias ou guelras).
Algumas espécies de maiores dimensões têm também este hábito alimentar, incluindo algumas baleias (que não são peixes, mas mamíferos) e alguns tubarões como os zorros (género Alopias). Mas a maioria dos grandes peixes pelágicos são predadores ativos, ou seja, procuram e capturam as suas presas, que são também organismos pelágicos, não só peixes, mas também cefalópodes (principalmente lulas), crustáceos ou outros.
Os peixes demersais podem ser predadores, mas também podem ser herbívoros, que se alimentam de plantas aquáticas, detritívoros, ou seja, que se alimentam dos restos de animais e plantas que se encontram no substrato, ou serem comensais de outros organismos, como a rémora que se fixa a um atum ou tubarão através dum disco adesivo no topo da cabeça e se alimenta dos restos de comida que caem da boca do seu hospedeiro (normalmente um grande predador), ou mesmo parasitas de outros organismos.
Alguns peixes abissais e também alguns neríticos, como os diabos (família Lophiidae) apresentam excrescências, geralmente na cabeça, que servem para atrair as suas presas; essas espécies costumam ter uma boca de grandes dimensões, que lhes permitem comer animais maiores que eles próprios. Numa destas espécies, o macho é parasita da fêmea, fixando-se pela boca a um "tentáculo" da sua cabeça.
Hábitos de reprodução

A maioria dos peixes é dióica, ovípara, fertiliza os óvulos externamente e não desenvolve cuidados parentais. Nas espécies que vivem em cardumes, as fêmeas desovam nas próprias águas onde os cardumes vivem e, ao mesmo tempo, os machos libertam o esperma na água, promovendo a fertilização. Em alguns peixes pelágicos, os ovos flutuam livremente na água – e podem ser comidos por outros organismos, quer planctónicos, quer nectónicos; por essa razão, nessas espécies é normal cada fêmea libertar um enorme número de óvulos. Noutras espécies, os ovos afundam e o seu desenvolvimento realiza-se junto ao fundo – nestes casos, os óvulos podem não ser tão numerosos, uma vez que são menos vulneráveis aos predadores.
No entanto, existem excepções a todas estas características e neste artigo referem-se apenas algumas. Abaixo, na secção Migrações encontram-se os casos de espécies que se reproduzem na água doce, mas crescem na água salgada e vice-versa.
Em termos de separação dos sexos, existem também (ex.: família Sparidae, os pargos) casos de hermafroditismo e casos de mudança de sexo - peixes que são fêmeas durante as primeiras fases de maturação sexual e depois se transformam em machos (protoginia) e o inverso (protandria).
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